ato de furia

Ela era uma menina que diante daqueles que gostam de julgar os outros sem ao menos nunca ter falado com ela, era o tipo de pessoa em que não procurava se enturmar.
Tinha uma ou duas pessoas com quem conversava, e era só não passava disso, nas aulas ela era tão silenciosa que respondia apenas a chamada ou a alguma pergunta dos professores.
Mas como foi, uma boa aluna por um bom tempo,mas depois ela foi mudando era uma boa aluna, mas em algumas matérias tirava notas altas e outras nem tanto, foi assim perdendo o interesse pelos estudos e começou a estudar apenas para passar.
 Mais o que muitos não sabiam o porque ela era assim, teve desde pequena uma vida bastante complicada, passando por doenças, e sua infância convivendo com as crises de sua mãe que era depressiva, assim como estava bem já não estava . Então ela começou na adolescência a ter depressão, mas pelo fato dela ser bastante irritada, começou a se tratar indo em uma psicóloga, aquilo amenizava um pouco, o meu inicio de depressão.
 Eu sempre fui de ficar sozinha e preferia ficar trancada no meu quarto, até um dia que eu estava muito mal, depois de uma das tantas brigas e estava cansada dos mesmos problemas, das mesmas chatices daquela velha rotina do dia a dia.
 Então ja estava chegando ao meu limite, até um dia em que eu resolvo a pegar um revolver, que havia escondido dentro de casa no qual nunca ninguém achou que eu soubesse do esconderijo.
 E o minerei diante do meu pescoço, estava decidida a morrer, mas antes de atirar, eu havia escrevido um bilhete no qual eu estava contando tudo que iria fazer e o porque de tudo aquilo, pois o que vale a vida se não é só problemas.
 Só,que quando ia atirar minha amiga chega lá em casa e então toca o meu celular que estava em cima da mesa do computador.
 Mas então, eu abro a porta para minha amiga e saio correndo em direção ao meu quarto, logo atras ela esta ali do meu lado sentada na cama.
 Então começo a lembrar de tudo que ja passei e que é a maior prova de sobrevivência em que eu tive.
e todos os bons momentos, aquelas pessoas que me ama, e que me deram força, estiveram comigo nos momentos difíceis e não apenas nós fáceis.
 Então depois de algumas horas de conversa, com minha amiga no qual sempre esteve do meu lado, eu vi,que não poderia fazer aquilo por empulso e que aquilo seria o maior erro da minha vida, pois eu iria acabar com ela depois de tudo que eu passei e hoje estou aqui, as vezes ainda tenho minhas depressão, mas vejo que só se damos mal quando fazemos algo por impulso sem pensar, pois concerteza acabamos sendo prejudicados.
 Essa foi uma tentativa que eu tive de querer me matar que foi empedida, mas que vem com que eu valorizasse bem mais as pequenas coisas da minha vida, e as pessoas que estavam do meu lado que gostam de mim, e que me fazem me sentir bem.
  Então depois daquele dia, eu continuava a ser queta, mas não tão estudiosa como antes, mas hoje falo pouco, mas isso vai de cada dia e de como estou me sentindo.


Ps : Pauta para a 15ª edição do bloinques ;#

6 comentários:

  1. Muito, muito, muito triste. Nossa, Ana.
    Eu, quieta.

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  2. Ficou ótima tua história... Boa sorte lá no bloínquês.
    A minha só falta postar... depois vc lê, caso queira :-D.

    Beijos

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  3. ficou muito legal, tua história. apesar de um pouco triste.
    beijo :*

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  4. Ficou muito boa, eu só não gostei que você começou pela 3ª pessoa e terminou na 1ª pessoa.
    Você disse que ela não tinha amigos e então aparece uma amiga na casa dela?

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  5. ain qe triste =( qndo li o titulo, eu pensei qe seria uma pessoa rebelde, e tal's, mas, não eé assim, era trauma!

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  6. adorei . apesar de ser tristinho .-.

    (L) beijos flor.

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